Há quatro maneiras de se escrever o porquê: porquê, por quê, por que e porque.
Vejamo-las: Obs.: Siga sempre a seqüência apresentada, ou seja, primeiramente observe a possibilidade de ser o "porquê" n° 1. Só se não for o n° 1, observe a possibilidade de ser o n° 2 e assim sucessivamente.
01) Porquê:É um substantivo, por isso somente poderá ser utilizado, quando for precedido de artigo (o, os, um, uns), pronome (meu(s), este(s), esse(s), aquele(s), quantos(s)...) ou numeral (um, dois, três, quatro).
Por exemplo:Ninguém entende o porquê de tanta confusão. Este porquê é um substantivo. Quantos porquês existem na Língua Portuguesa? Existem quatro porquês.
02) Por quê:Sempre que a palavra quê estiver em final de frase, deverá receber acento.
Por exemplo:Ela não me ligou e nem disse por quê. Você está rindo de quê? Você veio aqui para quê? Obs.: Se, porém, a frase for Ela não me ligou e nem disse o porquê passa a ser o junto com acento já que há o artigo, transformando o porquê em substantivo.
03) Por que:Usa-se por que, quando houver a junção da preposição por com o pronome interrogativo que ou com o pronome relativo que. Para facilitar, dizemos que se pode substituí-lo por por qual razão, pelo qual, pela qual, pelos quais, pelas quais, por qual.
Por exemplo:Por que não me disse a verdade? = por qual razão não me disse a verdadeGostaria de saber por que não me disse a verdade. = por qual razão não me disse a verdadeAs causas por que discuti com ele são particulares. = As causas pelas quais discutiEster é a mulher por que vivo. = a mulher pela qual vivo.
04) Porque: É uma conjunção subordinativa causal, conjunção subordinativa final ou conjunção coordenativa explicativa, portanto liga duas orações, indicando causa, explicação ou finalidade. Para facilitar, dizemos que se pode substituí-lo por já que, uma vez que, visto que, por + infinitivo (quando indicar causa), pois (quando indicar explicação) ou a fim de que, para + infinitivo (quando indicar finalidade).
Por exemplo:Não saí de casa, porque estava doente. = já que estava doente, uma vez que estivesse doente, visto que estava doente, por estar doente. Tome cuidado, porque o piso está escorregadio. = pois o piso está escorregadio. Estudem, porque aprendam. = a fim de que aprendam, para aprenderem.
Porque: conjunção explicativa, causal, final...
O vocábulo porque é uma conjunção que possui três valores:
- Conjunção coordenativa explicativa: liga duas orações na segunda das quais se esclarece a idéia contida na primeira. São elas: pois, que, porque, etc.
Fique alegre, meu amor, porque você tem saúde = Fique alegre, meu amor, pois você tem saúde = Fique alegre, meu amor, que você tem saúde.
- Conjunção subordinativa causal: inicia uma oração subordinada denotadora de causa. São elas: porque, porquanto, já que, visto que, se, como (só no início de frase), uma vez que.
Foi de táxi para a festa porque estava atrasado = Foi de táxi para a festa já que estava atrasado = Como estava atrasado, foi de táxi para a festa.
- Conjunção subordinativa final: inicia uma oração que indica a finalidade da oração principal. São elas: porque, a fim de que, para que.
Agiu daquela maneira porque o inimigo o visse e se assustasse com sua fúria = Agiu daquela maneira a fim de que o inimigo o visse e se assustasse com sua fúria = Agiu daquela maneira para que o inimigo o visse e se assustasse com sua fúria.
A palavra “Que” com acento.
A palavra quê receberá acento em apenas algumas circunstâncias. Ei-las:
1- Substantivo:É sempre acentuada e antecedida do artigo indefinido um: um quê, e o sentido dessa junção (um quê) é algo, alguma coisa.- Ela tem um quê de mistério. (ela tem algo de mistério).
2- Interjeição:É sempre acentuada. Indica espanto, surpresa.- Quê? Meu Deus! Que farei agora?
3- Pronome interrogativo em final de frase:É sempre acentuada e acompanhada de o.- Você falou o quê?
http://dilsoncatarino.blogspot.com
quarta-feira, 24 de março de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
FELICIDADES!!
QUERO AQUI DESEJAR A TODOS OS ALUNOS DO 3º ANO D, MUITO SUCESSO E QUE CADA UM OLHE PARA O FUTURO BRILHANTE QUE OS ESPERA....
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Uma Bela Produção...PARABÉNS!
O VERDADEIRO AMOR DURA PARA SEMPRE
Em uma noite fria, ouvia-se, além das gotas da chuva que caiam sobre o telhado, a sinfonia melancólica de uma mulher triste em seu quarto, pensava o que teria acontecido se houvesse continuado com a grande paixão do seu passado.
A mulher, que outrora tinha cabelos ruivos, corpo lindo e invejado por muitas mulheres de sua época, agora tinha fios de cabelos embranquecidos e corpo já não tão invejado como antes. Levanta-se e vai a uma velha caixa onde guardava coisas especiais do seu passado. Pega uma carta muito velha que estava perdendo sua cor e começa a lê-la, ao mesmo tempo em que as lágrimas vão molhando o seu rosto.
A carta foi escrita a ela por seu amante, quando ambos desfrutavam o doce sabor da mocidade. E naquela tristeza a mulher se perguntava como permitiu o fim daquela grande paixão.
Em outro cenário, um homem entra no escritório e vai em direção ao computador. Procurando um arquivo abre uma pasta e se depara com uma foto de uma bela mulher ruiva. O homem ao olhar aquela foto se emociona, pois era a imagem da sua grande paixão. Ele se levanta desnorteado por aquele momento que trouxe lembranças do seu passado, vai para frente do espelho, e não se reconhece, já não é mais o mesmo, cabelos grisalhos, rugas pelo rosto, corpo flácido e mãos trêmulas. Ele chora de saudades de sua amada e dos bons momentos que viveram, e ver, que seu passado não mais voltará, e pensava o que teria acontecido com aquela mulher, estaria casada, tinha filhos, onde estava? E tenta imaginar o que ela estaria fazendo agora.
Enquanto isso a mulher conclui a sua leitura e guarda o papel. Vai para a sala, se acomoda no sofá e começa a imaginar por onde aquele homem andaria. E pensa como seria sua historia se estivesse ao seu lado. Passa a fantasiar uma vida que ela sempre desejou.
Uma vida feliz, em uma bela casa ao lado de seu amado constituía assim a vida que ela sempre almejou, triste por não ter tido essa oportunidade de envelhecer ao lado de quem ela tanto amava. Lembra-se da bela pracinha onde o viu pela primeira vez, então decidiu ir rever o lugar que fora tão especial, nada a impediria nem a chuva que ainda caia. O destino então lhe reservou uma surpresa, pois ao chegar, ela o encontrou no mesmo banco onde passavam horas namorando, ele estava chorando, também sentira sua falta e como ela resolvera ir ao mesmo lugar.
De repente, ele olha para sua frente a encontra olhando para ele chorando, pois há anos não se viam, ele não sabia que ela ainda morava naquela cidade achava que tinha ido embora, os pais dela não aceitaram o namoro, por ele ser um rapaz pobre, forçando-o assim a desistir do seu grande amor.
Mal sabia ele, que ela ainda o amava e o esperou durante muito tempo na esperança que ele iria voltar. Levantando-se do banco, vai ao encontro dela, pede perdão por ter sumido e explica que não se achava digno de seu amor. Tinha ido embora por medo de não conseguir dar-lhe uma vida confortável. Ela lhe diz que era uma mulher simples e que aceitaria a vida que ele podia lhe oferecer, o amava acima de tudo e que não seria por ele ser pobre que ela iria deixar de amá-lo. Eles se beijam como nunca antes havia se beijado.
Decide então viver a vida que ainda restavam juntos, os dois se amavam e já haviam perdido tempo demais, e naquela linda chuva que caía sobre os dois eles reconciliaram o amor que duraria para o resto de suas longas vidas.
Produção dos alunos: Cícero, Alex, Jackson, Flávio e ....2º Ano D – Vesp.
Em uma noite fria, ouvia-se, além das gotas da chuva que caiam sobre o telhado, a sinfonia melancólica de uma mulher triste em seu quarto, pensava o que teria acontecido se houvesse continuado com a grande paixão do seu passado.
A mulher, que outrora tinha cabelos ruivos, corpo lindo e invejado por muitas mulheres de sua época, agora tinha fios de cabelos embranquecidos e corpo já não tão invejado como antes. Levanta-se e vai a uma velha caixa onde guardava coisas especiais do seu passado. Pega uma carta muito velha que estava perdendo sua cor e começa a lê-la, ao mesmo tempo em que as lágrimas vão molhando o seu rosto.
A carta foi escrita a ela por seu amante, quando ambos desfrutavam o doce sabor da mocidade. E naquela tristeza a mulher se perguntava como permitiu o fim daquela grande paixão.
Em outro cenário, um homem entra no escritório e vai em direção ao computador. Procurando um arquivo abre uma pasta e se depara com uma foto de uma bela mulher ruiva. O homem ao olhar aquela foto se emociona, pois era a imagem da sua grande paixão. Ele se levanta desnorteado por aquele momento que trouxe lembranças do seu passado, vai para frente do espelho, e não se reconhece, já não é mais o mesmo, cabelos grisalhos, rugas pelo rosto, corpo flácido e mãos trêmulas. Ele chora de saudades de sua amada e dos bons momentos que viveram, e ver, que seu passado não mais voltará, e pensava o que teria acontecido com aquela mulher, estaria casada, tinha filhos, onde estava? E tenta imaginar o que ela estaria fazendo agora.
Enquanto isso a mulher conclui a sua leitura e guarda o papel. Vai para a sala, se acomoda no sofá e começa a imaginar por onde aquele homem andaria. E pensa como seria sua historia se estivesse ao seu lado. Passa a fantasiar uma vida que ela sempre desejou.
Uma vida feliz, em uma bela casa ao lado de seu amado constituía assim a vida que ela sempre almejou, triste por não ter tido essa oportunidade de envelhecer ao lado de quem ela tanto amava. Lembra-se da bela pracinha onde o viu pela primeira vez, então decidiu ir rever o lugar que fora tão especial, nada a impediria nem a chuva que ainda caia. O destino então lhe reservou uma surpresa, pois ao chegar, ela o encontrou no mesmo banco onde passavam horas namorando, ele estava chorando, também sentira sua falta e como ela resolvera ir ao mesmo lugar.
De repente, ele olha para sua frente a encontra olhando para ele chorando, pois há anos não se viam, ele não sabia que ela ainda morava naquela cidade achava que tinha ido embora, os pais dela não aceitaram o namoro, por ele ser um rapaz pobre, forçando-o assim a desistir do seu grande amor.
Mal sabia ele, que ela ainda o amava e o esperou durante muito tempo na esperança que ele iria voltar. Levantando-se do banco, vai ao encontro dela, pede perdão por ter sumido e explica que não se achava digno de seu amor. Tinha ido embora por medo de não conseguir dar-lhe uma vida confortável. Ela lhe diz que era uma mulher simples e que aceitaria a vida que ele podia lhe oferecer, o amava acima de tudo e que não seria por ele ser pobre que ela iria deixar de amá-lo. Eles se beijam como nunca antes havia se beijado.
Decide então viver a vida que ainda restavam juntos, os dois se amavam e já haviam perdido tempo demais, e naquela linda chuva que caía sobre os dois eles reconciliaram o amor que duraria para o resto de suas longas vidas.
Produção dos alunos: Cícero, Alex, Jackson, Flávio e ....2º Ano D – Vesp.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Breve Análise do Hino Nacional Brasileiro.
Breve análise do Hino Nacional Brasileiro ( http://dilsoncatarino.blogspot.com)
“Ouviram do Ipiranga as margens plácidas / de um povo heroico o brado retumbante”.
Esses versos que dão início ao Hino Nacional Brasileiro estão sintaticamente em ordem indireta, o que significa dizer que os termos da oração não estão na sequência adequada, que é a seguinte: inicia-se a oração pelo sujeito; logo em seguida, coloca-se o verbo, para, depois, complementar o seu sentido com os complementos verbais, objeto direto e objeto indireto. Depois deles, colocam-se os adjuntos adverbiais.O sujeito do verbo “ouvir” não é, como muitos julgam ser, “o povo brasileiro” nem “os brasileiros”, e sim “as margens plácidas do Ipiranga”. E o que elas ouviram? Resposta: “O brado retumbante de um povo heroico”. A ordem direta desses versos, portanto, é a seguinte: As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heroico.Observe o significado das palavras:Plácidas: serenas, tranquilas;Brado: grito;Retumbante: que ecoaTalvez o autor do Hino Nacional tenha querido dizer que a nossa independência ocorrera tranquila, serena, sem revoluções nem guerras, e que o grito dado por D. Pedro I tenha sido representante de todo o povo. Esse grito ecoou, ou seja, foi ouvido ao longe, o mais longe possível
“E o sol da liberdade em raios fúlgidos brilhou no céu da Pátria nesse instante”.
Esses versos do Hino Nacional trazem as palavras “sol”, “raios”, ”fúlgidos” e “brilhou” como elementos figurados, no significado de “aquilo que apresenta algo com clareza”. E o que foi apresentado? A liberdade, conseguida com a independência do país. O significado de “fúlgidos” é “brilhante, resplandecente”.O autor usou o pronome demonstrativo “esse”, ligado à preposição “em” (nesse) para indicar que o instante em que o sol brilhou se situa em tempo passado recente, pois a Independência havia acontecido quinze anos antes de ele ter escrito o Hino Nacional.Os pronomes demonstrativos “esse, essa, isso” indicam tempo futuro ou passado recente.Os pronomes demonstrativos “este, esta, isto” indicam tempo presente.Os pronomes demonstrativos “aquele, aquela, aquilo” indicam tempo passado distante.
“Ouviram do Ipiranga as margens plácidas / de um povo heroico o brado retumbante”.
Esses versos que dão início ao Hino Nacional Brasileiro estão sintaticamente em ordem indireta, o que significa dizer que os termos da oração não estão na sequência adequada, que é a seguinte: inicia-se a oração pelo sujeito; logo em seguida, coloca-se o verbo, para, depois, complementar o seu sentido com os complementos verbais, objeto direto e objeto indireto. Depois deles, colocam-se os adjuntos adverbiais.O sujeito do verbo “ouvir” não é, como muitos julgam ser, “o povo brasileiro” nem “os brasileiros”, e sim “as margens plácidas do Ipiranga”. E o que elas ouviram? Resposta: “O brado retumbante de um povo heroico”. A ordem direta desses versos, portanto, é a seguinte: As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heroico.Observe o significado das palavras:Plácidas: serenas, tranquilas;Brado: grito;Retumbante: que ecoaTalvez o autor do Hino Nacional tenha querido dizer que a nossa independência ocorrera tranquila, serena, sem revoluções nem guerras, e que o grito dado por D. Pedro I tenha sido representante de todo o povo. Esse grito ecoou, ou seja, foi ouvido ao longe, o mais longe possível
“E o sol da liberdade em raios fúlgidos brilhou no céu da Pátria nesse instante”.
Esses versos do Hino Nacional trazem as palavras “sol”, “raios”, ”fúlgidos” e “brilhou” como elementos figurados, no significado de “aquilo que apresenta algo com clareza”. E o que foi apresentado? A liberdade, conseguida com a independência do país. O significado de “fúlgidos” é “brilhante, resplandecente”.O autor usou o pronome demonstrativo “esse”, ligado à preposição “em” (nesse) para indicar que o instante em que o sol brilhou se situa em tempo passado recente, pois a Independência havia acontecido quinze anos antes de ele ter escrito o Hino Nacional.Os pronomes demonstrativos “esse, essa, isso” indicam tempo futuro ou passado recente.Os pronomes demonstrativos “este, esta, isto” indicam tempo presente.Os pronomes demonstrativos “aquele, aquela, aquilo” indicam tempo passado distante.
“Se o penhor dessa igualdade, conseguimos conquistar com braço forte, em teu seio, ó liberdade, desafia o nosso peito a própria morte”.
Esses versos são iniciados pela conjunção “se”, que não é condicional, como a primeira vista possa parecer, e sim causal, com o significado de “porque, já que, uma vez que”. Há, também, há a palavra “penhor”, cujo significado é “garantia”. Diz o autor, então, que a garantia de igualdade foi conquistada por nós com braço forte, por isso o nosso peito desafia a própria morte, ou seja, como o nosso peito tem a liberdade, desafia a própria morte porque conseguimos conquistar com braço forte a garantia de igualdade.
“Brasil, um sonho intenso, um raio vívido de amor e de esperança à terra desce, se em teu formoso céu risonho e límpido, a imagem do Cruzeiro resplandece”.
O “se” presente nesses versos não é pronome nem conjunção condicional, e sim conjunção causal, com o significado de “porque, já que, visto que”. Diz o autor que já que a imagem do Cruzeiro do Sul resplandece no formoso, risonho e límpido céu brasileiro, um sonho intenso, um raio vívido de amor e de esperança à terra desce, ou seja, a imagem do Cruzeiro nos traz esperança.Os termos das orações desses versos estão em ordem indireta, ou seja, não estão na sequência adequada para um bom entendimento da frase. A ordem direta das orações é a seguinte: Brasil, um sonho intenso, um raio vívido de amor e de esperança desce à terra, se a imagem do Cruzeiro resplandece em teu céu formoso, risonho e límpido.
“Gigante pela própria natureza, és belo, és forte, impávido colosso, e o teu futuro espelha essa grandeza”.
Esses versos dizem que o Brasil é grande, belo, forte, impávido colosso. Qual é o significado de impávido colosso? Impávido é “corajoso, destemido”, e colosso, “grande, gigantesco”.Como se pronuncia a conjugação de verbo “espelhar”?Os verbos terminados em “-ejar”, “-elhar” e “-echar” tem a pronúncia do “e” fechada. Pronuncia-se, portanto, “espêlha”.
“Fulguras, ó Brasil, florão da América”.
Esse verso diz que o Brasil brilha, destaca-se na América. O significado de “fulgurar” é “brilhar’, e de “florão”, “preciosidade” dentre outros significados, portanto, o Brasil se destaca por ser a preciosidade da América, segundo o autor do Hino Nacional.
“Do que a terra mais garrida, teus risonhos, lindos campos têm mais flores”.
Esses versos do Hino Nacional estão em ordem indireta, ou seja, não se apresentam na ordem adequada de seus termos para um bom entendimento da frase. A ordem direta é a seguinte:Teus campos risonhos e límpidos têm mais flores do que a terra mais garrida. O significado do adjetivo “garrida” é “elegante”.
“Brasil, de amor eterno seja símbolo o lábaro que ostentas estrelado”.
Esses versos do Hino Nacional estão em ordem indireta, ou seja, não se apresentam na adequada ordem para um bom entendimento da frase. Antes de colocar as orações em ordem direta, vejamos o significado de algumas palavras:Lábaro: bandeira;Ostentar: exibir, tornar aparenteA ordem direta desses versos é a seguinte:(Que) a bandeira estrelada que o Brasil exibe seja símbolo de amor eterno.
“Mas, se ergues da justiça a clava forte, verás que um filho teu não foge à luta, nem teme quem te adora a própria morte”.
Esses versos do Hino Nacional são de difícil interpretação em virtude da maneira como seus termos foram dispostos nas orações. Quem não foge à luta? Quem não teme o quê? Quem adora o quê?Claramente se vê que são os filhos que não fogem à luta, mas não são eles que não temem algo, e sim aqueles que adoram o Brasil não temem a própria morte. A adequada interpretação desses versos é a seguinte: Se o Brasil erguer a clava forte da justiça verá que seus filhos não fogem à luta e que os que o adoram não temem morrer.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
SERÁ QUE DEUS É CULPADO?
Finalmente a verdade é dita na TV Americana.
A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela:
'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?'
Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:
'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.
Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.
Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'
À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc...
Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.
Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas...
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.
Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:
'Um perito nesse assunto deve saber o que está falando'.
E então concordamos com ele.
Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.
Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos...(há diferença entre disciplinar e tocar).
Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem.
E nós aceitamos sem ao menos questionar.
Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: 'Está bem!'
Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet. E nós dissemos:
'Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso'.
Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado;
porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios...
Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:
nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus: 'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?' A resposta dele: 'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!'
É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina.
É triste como alguém diz:
'Eu creio em Deus'.
Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal, também 'Crê' em Deus.
É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!
Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros!
É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na Internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.
É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no sábado, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana.
A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela:
'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?'
Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:
'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.
Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.
Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'
À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc...
Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.
Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas...
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.
Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:
'Um perito nesse assunto deve saber o que está falando'.
E então concordamos com ele.
Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.
Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos...(há diferença entre disciplinar e tocar).
Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem.
E nós aceitamos sem ao menos questionar.
Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: 'Está bem!'
Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet. E nós dissemos:
'Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso'.
Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado;
porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios...
Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:
nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus: 'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?' A resposta dele: 'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!'
É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina.
É triste como alguém diz:
'Eu creio em Deus'.
Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal, também 'Crê' em Deus.
É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!
Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros!
É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na Internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.
É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no sábado, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
CUIDADO!!!
Queridos alunos, revejam antes de encaminhar seus comentários, existem muitos erros que precisam ser corrigidos e falaremos sobre isso em sala de aula, não é por que estamos num mundo virtual que devemos escrever de qualquer jeito... lembrem, são alunos do Ensino Médio, e busquem um conhecimento na área de acentuação, ortografia, isso depende de leituras prévias ...Tenha uma semana produtiva...
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